quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

2018

Enfim 2018,  nos últimos dias do ano que passou, alimentamos muitas expectativas sobre a chegada do novo ano. Quantos sonhos,  desejos, e, eu diria até necessidades, enfim ele chegou.
E agora, o novo chegou, como será?
Tudo parece igual, somos os mesmos, fazemos as mesmas coisas, o que mudou?
Nada mudou, a não ser o calendário e nada vai mudar se nós continuarmos os mesmos, se fizermos as mesmas coisas do ano passado.
O ano novo deve nascer primeiro dentro de nós, devemos fazer um reveillon na nossa vida interna para mudarmos a vida externa.
Da minha parte, em 2018 vou tentar ter a disciplina para corrigir ou pelo menos amenizar os meus defeitos.
Defeitos que,  ano após ano, venho repetindo e praticando, mas que no raiar deste novo ano decidi enfrentar pra valer. Vamos nos melhorar um pouco em 2018.
Vamos valorizar a família e os amigos verdadeiros,  e entre estes amigos vamos priorizar o mais verdadeiro de todos,  Jesus.
Feliz ano novo...com mudanças no intimo.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Respondendo às crianças sobre o Papai Noel

Filhos de crentes também fantasiam
Faz parte de suas infâncias a presença do Papai Noel nos contos e cantos da época de Natal. Não incentivamos o mito do Papai Noel e sabemos ser este um personagem meramente comercial, mas não seria eu dos primeiros a dizer secamente a uma criança: “Papai Noel não existe. Vá ler a Bíblia”!
Em nossa casa e com as meninas pequenas, sempre centramos a nossa vida, esperança e alegria do Natal na Pessoa de Jesus Cristo. Elas desde muito cedo sabiam que o Natal é de Jesus – Aquele que é o nosso Bem mais Precioso, maior Tesouro e Alegria! E quando recebiam presentes no Dia de Natal, iam compreendendo que nosso maior Presente era mesmo Ele, o Emanuel.
Mas entendíamos como pais que na escola, nos filmes que viam na TV e lá estava Papai Noel… que elas falavam sobre ele e também perguntavam sobre ele. E no [mesmo] mundo da fantasia, elas tinham suas ideias bem infantis. Eram crianças e eu sempre amei a beleza da ingenuidade infantil.
Não ataquei e só acompanhei.
E vi como elas separavam muito bem as coisas: Jesus era para elas a Realidade do Natal da Paz. Papai Noel era o ser momentâneo das comemorações e dos contos da época, que não representava o verdadeiro Natal.
As meninas, pequenas ainda, gostavam do Papai Noel. Gostavam desse ambiente de “neve” ainda que artificial; da casinha do Papai Noel no Shopping. A fantasia delas era até divertido de ver.
Preguei uma peça nelas e me diverti bastante. E lá fui eu falar com Papai Noel…
Fernanda já não acreditava – definitivamente – mais em Papai Noel. Sabia que aquele senhor de vermelho no Shopping era um funcionário contratado e etecetera e tal. Mas Juliana ainda tinha lá as suas fantasias.
E Fernanda tratou de entristecer com a verdade nua e crua sobre Papai Noel ‘ser invenção’ assim, secamente, friamente, a sua pequena irmã, que veio reclamar-me: “pai, Fernanda falou que Papai Noel não existe”!
O jeito foi eu ter uma conversa com Papai Noel…
Ele não gostou muito da ideia, o tal do Papai Noel.
Também pudera: já estava um tanto impaciente com longas horas de trabalho e distribuição de pirulitos. Ah, e tinha que decorar os nomes e os desejos de brinquedos de duas meninas que ele nunca tinha visto?!
Sim, combinei com Priscilla dar uma volta com as meninas enquanto eu ia lá falar com o funcionário do Shopping, vestido de vermelho no meio de um calorão daqueles!
Combinei que quando as meninas chegassem perto na fila eu lhe faria um sinal e ele as cumprimentaria: “Olá Fernanda! Como Vai, Juliana?! Olhe Ju, a sua boneca [tal] já está encomendada. E para você Fernanda, a sua bicicleta [da cor tal] está a caminho!”
Pronto! Até Fernanda ficou desconcertada com tamanha precisão!!!
Eu não me preocupo tanto com Papai Noel, pois sei que ele tem os seus dias contados na mentalidade e ingenuidade infantil. Ele passa.
O que não pode passar mesmo é o VERDADEIRO NATAL nas famílias cristãs, quando a celebração e gratidão pela vinda do Redentor parecem estar diminuindo e, em alguns casos, sumindo.
Mas há preocupação com a pose, com os selfs, com as festas e o peru assado no ponto, mais do que com a reunião de oração e os louvores do Natal para a época.
Que grande oportunidade sempre: crianças amam o Natal!
O que devemos como pais fazer é isso mesmo: que elas amem o Natal de Jesus, mais do que as festas, os brinquedos, os presentes e as balas e bombons.
E isso depende mesmo e muito mais de nós.
O que fazíamos em todo o mês de Dezembro era uma tradição européia chamada “Calendário do Advento” (Adventskalender, na Suíça), que elas mantêm para si até hoje, já moças!
Pesquisem no Google o que significa isto, mas é bem simples: cada dia tem uma janelinha para abrir e um texto bíblico para ler e também um motivo de oração. E elas ganham um presentinho do dia: um chocolate Bis; um lápis de cor e um papel; um kinder ovo, etc. assim, com a chegada (advento) do dia do Natal, cada dia do mês de Dezembro foi um culto bem legal de oração, cânticos e de gratidão preparando-nos para o grande Dia!
Perguntas das crianças
Podem ser transformadas em excelentes oportunidades.
1.Como Papai Noel pode visitar todas as casas das crianças em uma só noite?
Bem, ele não pode. MAS Deus pode, pois sabe exatamente onde moramos. O Senhor nos conhece muito bem – Salmo 139, uma grande oportunidade para meditarmos com as crianças, mesmo pequenas – com porções deste querido texto.
2.Como Papai Noel consegue descer pelas chaminés (e se nós nem temos chaminés???). Ele não pode. Mas Jesus pode vir morar em nossos corações e FICAR todos os dias conosco, pela fé – João 14.23.
3.Como Papai Noel realmente sabe se as crianças foram ruins ou boas?
Papai Noel não sabe. Ele não tem olhos em todos os lugares. Dizem que os elfos, que trabalham para ele 364 dias por ano assistem uma espécie de televisão secreta instalada em nossas casas. Eles – lá no Polo Norte – estão sempre assistindo, mas mães e pais, professores, vizinhos, também fazem parte do time de Papai Noel. Eles relatam ao homem de vermelho diariamente, o que significa que, apenas para estar seguro, você provavelmente deveria estar no seu melhor comportamento em todos os lugares que você for, o tempo todo, não importa onde.
Mas que coisa!!!
E se os pais são mesmo relaxados para com seus filhos?
E se os vizinhos não estão nem aí para nós?
Se alguns professores dizem para as crianças que nós somos resultado de uma evolução do acaso, como ficam os relatórios?
Pobre do Papai Noel com ajudantes como estes.
Mas nós podemos ensinar o bom e santo caminho aos nossos filhos desde muito cedo! (Dt 6.5-7). Professores de EBD podem e devem ensinar muito bem a Palavra de Deus e, se você é vizinho de crianças cada vez mais envolvidas pelo materialismo, então, que tal fazer algo por elas?
Que tal abrir a sua casa para uma Classe de CINCO DIAS que a APEC instrui tão bem como fazer? Entre em contato!
Faça algo como vizinho de crianças que, cada ano, estão perdendo a Graça do Natal.
Sim, são tantas as ocasiões e oportunidades, no Natal de Jesus Cristo, temos mais uma.
Finalizo com uma história das minhas meninas, agora moças e residindo em outra cidade, enquanto estudam na Universidade. Elas dividem um apartamento com mais outras duas moças e uma delas ainda não é crente em Cristo.
E elas tiveram a ideia de fazer um adventskalendar e cada dia elas tinham algo para ler e orar com as demais moças. E todas participaram.
E quando foi um dia, a moça que ainda não conhece o sentido do Natal, pediu-lhes: “vocês podem explicar-me o Natal? E por que vocês têm tanto amor por Jesus?”
E assim foi.
Elas todos os dias de Dezembro abriram o adventskalenar. E um dia (porque o calendário de aulas e férias não são os mesmos), prepararam um jantar especial para um momento especial com a amiga para falar-lhe de Jesus Cristo. E assim fizeram. E foi emocionante.
Oremos por frutos de uma boa semente lançada também nesses dias que antecedem o Natal.

Por: Jader Borges. © Voltemos ao Evangelho. Website: VoltemosAoEvangelho.com. Todos os direitos reservados. Original: Respondendo às crianças sobre o Papai Noel.
Jáder Borges é pastor presbiteriano na cidade de São José dos Campos, SP, e secretário geral do Trabalho com a Infância na Igreja Presbiteriana Brasileira. Estudou no seminário do Recife e na Theologisches Seminar Ewersbach, na Alemanha. Promove o congresso infantil Primeiros Passos.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

O único caminho

“Eu sou o CAMINHO, a VERDADE e a VIDA; ninguém pode chegar até o PAI a não ser por Mim” (João 14:6).

Só existe um caminho para chegarmos à Deus. E, apesar de ser chamado de caminho estreito, ele é grande o suficiente para que por ele caminhe toda a humanidade.


Jesus, como o Caminho é Aquele que nos conduz,  Aquele que nos mostra onde e como devemos caminhar.


Como a Verdade, Jesus representa para nós a possibilidade de vivermos todas as promessas de Deus. Jesus é a Verdade porque Ele viveu a realidade das promessas de Deus enquanto homem aqui na Terra.


Ser a Vida significa que, por meio de Jesus, recebemos vida além da conta, uma vida que supera os limites físicos do corpo humano.


Seguindo os passos de Jesus, caminhamos pelo único caminho que leva ao Deus Pai Criador de tudo e de todos. Acreditando no que Jesus viveu, aceitamos a sua verdade, e a verdade é que Ele nos concede, se aceitarmos, a vida eterna, junto Dele, do Pai e do Espírito Santo.



Carlos Almeida