quarta-feira, 2 de março de 2011

Conversando com os jovens III

A Vida é breve

O primeiro homem foi criado à imagem de Deus. Se ele tivesse se submetido à vontade de Deus, ele teria sido imortal. Ele passaria pelos anos de sua existência sem deteriorização ou decadência. A Passagem do tempo o levaria a maiores níveis de maturidade, contentamento e alegria. Sua existência seria abundante em propósitos e glória.

Com o pecado tudo se perdeu e o homem tornou-se um mortal de vida breve, vivendo uma vida de cansaço e futilidades. Ele agora vive a sua vida até que toda a sua vitalidade se esgote, todos os seus propósitos sejam demolidos, e o corpo finalmente volte ao pó do qual ele veio. Não é a toa que o pregador grita:

            “Vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.” (Eclesiastes 1:2).

Como um moço ou moça, você constantemente luta contra a tentação de esquecer-se da brevidade da vida e da vaidade. Você deve aprender das Sagradas Escrituras que a sua vida é menos que um vapor. Você deve ficar convencido desta verdade, e, então você deve fixá-la diante de você como um lembrete constante. Você é mortal e os seus dias são numerados!

“Vós não sabeis o que se sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.” (Tiago 4:14).

Adaptado do texto traduzido do inglês de “Uma palavra aos jovens”, de Paul David Washer. Disponível em: http://voltemosaoevangelho.blogspot.com/

Um comentário:

  1. Jesus de Nazaré chamava Deus/Pai de Abbá (papai, paizinho. Nóas, cristãos, também chamamos Deus de Pai. Ora, o pai terreno deve ser melhor que o pai eterno, Deus, porque o pai terreno NUNCA vai dar um castigo ETERNO para seu filho, por mais malvado que este seja. Como podemos então atribuir a Deus/pai esta barbaridade de condenar um filho seu a um castigo eternoW

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