terça-feira, 15 de março de 2011

Conversando com os jovens V

Orar

Eu divido a minha oração em duas categorias distintas: Oração pessoal e Oração de intercessão. A primeira refere-se à comunhão, adoração, e ação de graças. É andar com Deus como um companheiro presente em todos os momentos, desfrutando de sua companhia, e buscando maiores e maiores manifestações da sua presença. Este tipo de oração tem um objetivo – Conhecê-lo e simplesmente “estar” com Ele.

Ouvi pessoas dizerem que elas não têm um tempo específico com Deus deste jeito, mas conversam com Ele durante o dia enquanto fazem suas atividades diárias. A minha experiência diz que a capacidade de “praticar a presença de Deus” através do dia e no meio das minhas atividades só são possíveis porque eu separei-me das minhas atividades diárias e busquei a Deus em tempos específicos de oração. Isto parece ter sido a prática do nosso Senhor Jesus Cristo durante a sua encarnação.

“Tendo levantado alta madrugada, saiu foi para um lugar deserto e ali orava.”
(Marcos 1:35).

A segunda categoria de oração – é a oração intercessora. Este tipo de oração é trabalho duro! É preciso perseverança. Perseveramos em oração para a glória de Deus e o avanço do Reino; perseveramos em oração pela preservação e santificação da Igreja; trabalhamos em oração para cada necessidade e para o cumprimento de cada promessa que Deus deu. Isto pode muito bem ser a tarefa mais sagrada dada a homens!
Recebi de um pregador um conselho que foi muito útil para mim. É algo assim:

“Ore até que possa orar, então ore até que você tenha orado.”

Muitas vezes, quando dobramos os nossos joelhos em oração, nós não sentimos a liberdade ou poder para orar. Parece que há um céu de bronze em cima de nós. Isto não deve ser uma causa para desânimo, mas isto deve levar-nos a lutar em oração até que tenhamos “rompido os céus” até Deus. E é então que devemos pôr-nos a orar até que as nossas cargas tenham sido levadas e saibamos que, de fato, oramos.

Adaptado do texto traduzido do inglês de “Uma palavra aos jovens”, de Paul David Washer. Disponível em: http://voltemosaoevangelho.blogspot.com/

Nenhum comentário:

Postar um comentário