sábado, 16 de abril de 2011

Conversando com os jovens VIII

Buscar propósitos
nobres

Eu vejo jovens cristãos nas escolas e universidades desperdiçando o seu tempo com futilidades. Eles deveriam estar buscando objetivos mais nobres! Você não foi comprado pelo sangue de Cristo para dar-se a tais coisas. Através de Cristo você foi adotado por Deus como filho e foi aceito numa família nobre e atos nobres são esperados de você. Evite o entretenimento despreocupado da idade e se entregue à vontade de Deus. As Escrituras declaram em 2 Timóteo 2:20-21:

“Ora, numa grande casa não há somente utensílios de ouro e de prata, há também de madeira e de barro. Alguns, para honra; outros, porém para desonra. Assim, pois, se alguém a si mesmo se purifica destes erros será utensílio para honra, santificado e útil ao seu possuidor, estando preparado para toda boa obra.”

Você deseja ser um vaso para honra e usado para propósitos nobres? Você deseja ser um instrumento nas mãos do Mestre? Então livre-se dos jogos tolos de menininhos e menininhas fúteis, e torne-se o homem e a mulher que você foi chamado para ser. Quando você morrer quer que seja escrito na lápide de seu túmulo?:

“Ele teve uma vida fútil e morreu sem nada de nobre realizar.”

Ou quer algo comparado ao que foi dito sobre o Rei Davi?

“Ele serviu ao propósito de Deus na sua própria geração, caiu adormecido e foi posto junto de seu pai...”.

Que legado você deixará? O que será escrito na sua lápide? Mais importante o que irá Deus declarar sobre a sua vida durante o grande dia do juízo que o espera?

Adaptado do texto traduzido do inglês de “Uma palavra aos jovens”, de Paul David Washer. Disponível em: http://voltemosaoevangelho.blogspot.com/

Um comentário:

  1. Quem sou eu? Minha educação foi severa. Por temer as “sanções” da Igreja Católica, minha mãe me obrigava a assistir às missas. Fui coroinha, estudei em Colégio de Irmãs e cantei no coro da Igreja. Até que o padre engravidou uma das filhas de uma família de nossa amizade. Foi o divisor de águas; naquilo que eu era obrigado a acreditar e no que passei a interpretar a partir de então. Participei de estudos bíblicos por vários anos. Batizamos nossos filhos na mesma religião, deixando-lhes total liberdade para seguir suas convicções. Não assistíamos às novelas para que nossos filhos não desaprendessem a vida digna que estávamos lhes propiciando. Eu respeito a Natureza. Eu tento exercer a cidadania, buscando corrigir o que me parece estar prejudicando a comunidade, o meu País.
    Essa não é uma auto-biografia; são flashes de minha existência, muito sucintos.
    Qual é a proposta? Que se converse com os jovens? Acredito que tal objetivo se revela de grande importância, desde que não lhes condicionem os pensamentos. Se for unicamente para retirá-los do caminho das drogas, da intempestividade da iniciação sexual, de programas ou atividades fúteis, como salientado, com certeza a ideia já tem grande valor.
    Entretanto eu provocaria a que se aproveitasse tal oportunidade para algo mais grandioso: fazer com que os jovens tenham o discernimento. Que eles entendam o que os programas de rádio, TV e o conteúdo de revistas estão pretendendo. O que os governantes estão praticando e qual a real proposta da religião que estiverem seguindo.
    Sem aquelas mesmices da época medieval, sem as ladainhas de orações que são meras “decorebas”.
    Para cada jovem deve ser incutida a mensagem de convivência pacífica, solidária, participativa, cidadã e, sobretudo, independente e de ser arrojado nos questionamentos.
    Tudo com muito respeito aos que os cercam, de acordo com os limites aceitáveis da sociedade, sem, no entanto, submeter-se a imbecilidades, como essa proposta da “lei das palmadas”, que nada mais tem de objetivo do que desmantelar a família.

    ResponderExcluir